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Saúde Bucal

10 razões para cuidar dos dentes de leite

 

 

Cuidado com a dentição começa com o recém-nascido Cuidar da saúde bucal desde os primeiros meses de vida é a melhor forma de prevenir o aparecimento de cárie no futuro e garantir a formação de dentes saudáveis na idade adulta, segundo especialistas. A dentição de leite se inicia por volta do sexto mês de vida e vai até os dois anos de idade. A partir dos seis e até os 12 anos de idade os dentes de leite caem e são substituídos por outros permanentes. Higiene bucal - A higiene oral é fundamental para garantir uma boca saudável e permitir que desempenhe satisfatoriamente suas funções, como fala e mastigação, além de cumprir seu papel auxiliar no processo respiratório. Por ser a maior cavidade do corpo em contato com o ambiente externo, a boca serve como porta de entrada para milhões de bactérias. Um dos grandes inimigos dos dentes é a placa bacteriana, responsável pelo aparecimento de cáries. A melhor forma de combate-la é fazer a escovação diária, após as refeições, complementando com fio ou fita dental. Como fazer - "A criança deve ser motivada a escovar os dentes desde cedo e este aprendizado pode se dar de forma fácil e divertida. O uso do flúor depende da orientação do dentista, pois em geral ele já está presente na água e nas pastas de dente", diz a profissional.

 

Quando a criança ainda não tem dente, Sabrina Rossi recomenda à mãe limpar sua boca e gengiva com o auxílio de uma gaze umedecida em uma solução de água filtrada e água oxigenada 10 volumes líquida (na proporção de três por um, respectivamente), para remover resíduos de leite e do ácido natural produzido pelo organismo, pelo menos uma vez ao dia. Ao aparecerem os dentinhos, o procedimento deve continuar e é hora de começar a escovação, supervisionada pelos pais. A dentista alerta quanto ao uso de pastas com sabores agradáveis, para que a criança não ingira o produto. 10 razões para cuidar dos dentes de leite 1 - Eles são fundamentais para a criança adquirir as funções de mastigação; 2 - Os dentes de leite ajudam o desenvolvimento da parte óssea da face; 3 - A primeira dentição contribui para a formação de uma arcada harmônica; 4 - Os primeiros dentes têm um papel muito importante no desenvolvimento da fala; 5 - Quando perde o dente de leite antes da hora, a criança pode ter dificuldade para articular certos fonemas; 6 - A manutenção do espaço para o permanente é garantida pelo dente de leite; 7 - O dente de leite orienta a erupção do permanente, para que este não nasça torto ou inclinado; 8 - Infecções na primeira dentição podem infectar o germe do dente permanente; 9 - A falta precoce e prolongada de um dente de leite pode causar falhas estéticas, com conseqüências psicológicas; 10 - A perda precoce dos dentes de leite propicia a instalação de má-oclusão na dentição permanente.

15 motivos para ir ao dentista

01-MANTER A SAÚDE DO CORPO: uma boca bem cuidada reflete na saúde de todo o corpo. Uma má mastigação ou mesmo uma mordida errada podem ocasionar desde dores de cabeça até problemas cardíacos. 02-RECONQUISTAR A AUTO ESTIMA: manter um sorriso saudável e harmonioso é uma boa maneira de você ficar bem consigo mesma. Gostando mais de sua aparência, você estará mais segura para enfrentar a vida. 03-PREVENÇÃO: prevenir cáries, doenças periodontais e mau hálito evita problemas futuros no cuidado com os dentes e gastos em longos tratamentos. Um check up periódico não deixa que os problemas se avolumem. 04-MANTER OS DENTES LIMPOS: uma higienização bem feita depende da escovação dos dentes e da língua, do uso de fio dental, de anti-sépticos bucais e de escova lingual, garantindo a não-formação da placa bacteriana, de cáries e tártaro. 05-SUBSTITUIR RESTAURAÇÕES: suas antigas restaurações (conhecidas como obturações) feitas em amálgama, aquele material na cor prata, podem ser substituídas por resinas mais atuais que são imperceptíveis e duradouras. 06-COLOCAÇÃO DE PRÓTESE: os implantes e as próteses possibilitam a substituição de um ou mais dentes perdidos. 07-ENDIREITAR OS DENTES: dentes tortos, além de serem esteticamente feios, diminuem o rendimento mastigatório, causam dores de cabeça e ouvido, prejudicam a fonética, entre outros problemas. 08-PERDER O MEDO: dentista não é mais sinônimo de dor. Hoje, o tratamento dentário é muito mais eficaz, rápido e indolor com a tecnologia disponível nos consultórios.

 

09-EVITAR PROBLEMAS CARDÍACOS: quase ninguém sabe, mas as bactérias do tártaro dental podem atacar o coração. A endocardite bacteriana, um tipo de problema cardiológico decorrente de processos infecciosos, pode ter origem na cavidade oral e causar a proliferação de bactérias nocivas ao organismo. 10-NÃO TER DOR DE DENTE: a melhor solução para a dor de dente é a prevenção. Visitas periódicas ao dentista, mesmo sem a existência de qualquer sintoma, podem detectar o problema desde cedo, garantindo o sucesso do tratamento. 11-FUGIR DO MAU HÁLITO: 90% das causas do mau hálito estão na boca. Escovar os dentes e a língua é essencial para manter um bom hálito. Visitar o dentista duas vezes ao ano também pode evitar uma situação desagradável. 12-DEIXAR OS DENTES BRANCOS: já existem muitas técnicas para clarear as diversas manchas nos dentes. O seu dentista irá realizar o tratamento indicado para o seu caso. São técnicas que vão desde raspagens e polimento até o uso de laser. 13-LIMPAR A FUNDO: mesmo realizando a higiene bucal diariamente, existem lugares que a escova não alcança, acumulando placa na gengiva e entre os dentes. Para realizar uma limpeza mais a fundo, o seu dentista irá realizar a técnica de profilaxia (limpeza embaixo das gengivas). 14-PREVENIR O CÂNCER BUCAL: exames periódicos ajudam a identificar pequenas lesões que, se não tratadas, poderão evoluir para alguma forma de câncer. 15-TRATAR CÁRIES: tratar cáries assim que elas surgem evita procedimentos mais dolorosos como tratamentos de canal e das gengivas.

A digestão começa pela boca

 

 

Cada dente tem uma função específica na mastigação e a ausência de apenas um dente pode causar prejuízo ao processo digestivo. Enquanto os incisivos e os caninos servem para cortar e dilacerar o alimento, os pré-molares e os molares trituram e moem. A pessoa que não mastiga direito engole pedaços maiores e mais difíceis de serem digeridos, sobrecarregando o estômago. Com o tempo, isso pode causar azia, refluxo, gastrite e outros problemas gastro-intestinais. O enfraquecimento dos dentes devido a traumas (acidentes) ou à perda óssea são fatores que agravam este quadro e acometem principalmente os idosos. Segundo o cirurgião-dentista e estomatologista, Jorge Scaff Júnior, "é comum o paciente tentar compensar a falta de um determinado grupo de dentes, forçando mais a mandíbula ou mastigando apenas de um lado, o que causa a chamada mordida torta. As conseqüências são dores de cabeça, dores musculares na região do pescoço e desgaste dos dentes". Em muitos casos, a melhor solução é optar pelo uso de próteses dentárias. "Contudo, ela tem que ser de boa qualidade e bem ajustada à boca do paciente, do contrário pode comprometer a mastigação e agravar ainda mais o problema", alerta Dr. Jorge.

 

A pessoa que não possui todos os dentes em boas condições acaba evitando certos alimentos essenciais à saúde, como carnes, verduras cruas e frutas, devido à dificuldade em mastigar. Isso limita a dieta aos alimentos moles ou pastosos como mingau, sopas ralas e legumes muito cozidos, causando deficiência de vitaminas e nutrientes. É importante incluir no cardápio do dia-a-dia pratos com couve-flor, brócolis (que ajuda a prevenir o câncer de estômago), cenoura e beterraba, ricas em vitamina A. Entre as frutas, não podem faltar pêra e maçã, que facilitam a digestão, e manga, uma boa fonte de fibras. Para os idosos ou aqueles indivíduos que perderam um ou mais dentes, o ideal é procurar o dentista que irá indicar a prótese mais adequada. Função dos Dentes Os dentes são divididos em quatro grupos distintos, cada um com sua tarefa específica. Veja quais são eles: Incisivos: são os quatro dentes da frente, que dão início ao processo de mastigação e têm a função de cortar o alimento. Caninos: quatro dentes localizados ao lado dos incisivos. São maiores e mais fortes dentes da boca e servem para dilacerar. Pré-molares: formam quatro pares de dentes (oito no total), que se localizam logo após os caninos. Muito parecidos com os molares, o trabalho deles é triturar o alimento, deixando-o em porções menores. Molares: são os últimos dentes da boca, distribuídos em quatro conjuntos de três dentes (12 no total). São responsáveis pela fase final da mastigação, moendo o alimento, antes da deglutição.

A importância do uso do fio dental

 

Muitas vezes, após escovar seus dentes, você ainda é surpreendido por um gostinho desagradável na boca. É que fatalmente sobraram resíduos de alimentos e placa bacteriana entre alguns dentes, que as cerdas da escova não conseguiram alcançar e eliminar. Os riscos Além desse gostinho inoportuno, você ainda corre sérios riscos adicionais: persistência de mau hálito, aparecimento de cáries e de doenças da gengiva. Por quê? Porque é justamente na região entre os dentes (local de difícil acesso para a higienização) que há uma forte tendência de cáries e de problemas na gengiva de forma mais grave. E o seu dentista terá uma dificuladade maior também para executar as restaurações e obturações. A solução salvadora É o fio dental. Ele consegue chegar até onde sua escova não consegue e remove aqueles últimos restinhos de alimentos que insistem em ficar entre os dentes, tanto nos da frente como nos de trás.

 

E remove também a placa bacteriana: você a vê saindo dos dentes e ficando agarrada no fio dental Como usar corretamente o fio dental 1) Corte um pedaço de aproximadamente 30 centímetros. Enrole uma ponta do fio no dedo médio de cada mão. 2) Prenda o fio esticado antre o polegar e o indocador, deixando livre um pequeno pedaço de uns 10 centímentros de fio dental. 3) Passe o fio entre os dentes, sem pressionar a gengiva, fazendo movimentos de "vai-e-vem". 4) Curve o fio formando um "C" sobre a superfície de cada dente. 5) Repita a operação para cada dente, seguindo a seqüência dos dentes dec trás para os frentes. A escolha do fio dental A espessura do fio pode variar, dependendo da dificuldade de cada pessoa em passá-lo entre os dentes. Assim, existe o "Normal", o "Extra-Fino" e outros. O ideal é você experimentar na primeira vez juntamente com o seu dentista, assim ele poderá ajudar na esoclha da espessura mais apropriada aos seus dentes. Mas não se esqueça, a opção é pelo fio dental com flúor.

 

A periodontite é uma das principais causas de perda de dentes

 

 

A periodontite (piorréia) ocorre quando a gengivite estende-se até as estruturas de suporte do dente. A periodontite é uma das principais causas de perda de dentes em adultos e é a principal causa em pessoas idosas. Causa A maioria dos casos de periodontite é decorrente do acúmulo prolongado de placa e de tártaro entre os dentes e as gengivas. Ocorre a formação de bolsas entre os dentes e as gengivas, as quais estendem-se para baixo, entre a raiz do dente e o osso subjacente. Essas bolsas acumulam placa bacteriana em um ambiente sem oxigênio, o que promove o crescimento de bactérias. Se o problema persistir, ocorrerá uma grande destruição do maxilar adjacente e o dente irá se tornar frouxo. O grau de desenvolvimento da periodontite difere consideravelmente, mesmo entre indivíduos que possuem quantidades similares de tártaro. Isto ocorre provavelmente porque as suas placas contêm tipos e quantidades de bactérias diferentes e também porque os indivíduos respondem de forma diferente às bactérias. A periodontite pode produzir episódios de atividade destrutiva que duram meses, os quais são seguidos por períodos nos quais a doença aparentemente não causa maiores danos. Muitas doenças (p.ex., diabetes mellitus, síndrome de Down, doença de Crohn, a deficiência de glóbulos brancos e a AIDS) podem predispor à periodontite.

 

A periodontite evolui rapidamente nos indivíduos com AIDS. Sintomas e Diagnóstico Os sintomas iniciais da periodontite são o sangramento, a hiperemia gengival e a halitose. Os dentistas mensuram a profundidade das bolsas nas gengivas com uma sonda fina e as radiografias revelam o grau de perda óssea. À medida que a destruição do tecido ósseo aumenta, os dentes tornam-se frouxos e mudam de posição. Freqüentemente, os dentes da frente projetam-se para fora. A periodontite geralmente é indolor até os dentes tornaremse suficientemente frouxos e serem movidos durante a mastigação ou até que ocorra a formação de um abcesso (acúmulo de pus). Tratamento Ao contrário da gengivite, que geralmente desaparece com um bom cuidado bucal, a periodontite exige cuidados profissionais. Um paciente com uma boa higiene bucal pode limpar apenas 2 mm sob a linha gengival. O dentista pode limpar bolsas com até 5 mm de profundidade utilizando uma cureta e uma lima de ca- panal, que remove totalmente o tártaro e a superfície doente da raiz. Para bolsas de 6 mm ou mais, a cirurgia freqüentemente é necessária. O dentista ou o periodontista também pode remover parte da gengiva separada para que o restante da gengiva possa aderir firmemente aos dentes e o indivíduo possa remover a placa em casa. O dentista pode prescrever antibióticos, especialmente quando ocorre a formação de um abcesso. Ele também pode inserir filamentos impregnados de antibióticos nas bolsas profundas, de modo que concentrações elevadas dessas substâncias possam atingir a área doente. Os abcessos periodontais causam uma exacerbação da destruição óssea, mas o tratamento imediato (cirúrgico ou com antibióticos) permite a recuperação da maior parte do osso lesado. Quando a boca permanece inflamada após a cirurgia, o enxágüe bucal com clorexidina durante 1 minuto, duas vezes ao dia, pode substituir temporariamente a escovação e o uso do fio dental.

 

 

A respiração bucal e as deformidades dento-faciais

 

Atualmente, os problemas respiratórios na infância estão cada vez mais freqüentes, porém pouca gente sabe, da relação desses problemas, principalmente nas crianças que respiram constantemente pela boca, com os problemas ortodônticos, a maloclusão dentária. A respiração é junto com a mastigação, um dos principais fatores que contribuem para o correto desenvolvimento dos ossos maxilares e conseqüentemente um correto posicionamento dos dentes. Quando a criança passa a respirar pela boca, várias alterações começam a ocorrer: 1. Passa a manter a boca aberta a maior parte do tempo 2. A língua passa a ficar mais baixa, junto ao assoalho da boca, em contato apenas com os dentes de baixo. 3. A criança, para facilitar a respiração bucal, projeta a cabeça para a frente, esticando o pescoço, mudando a postura da coluna cervical. Essas alterações, junto com a inversão da passagem do ar (o ar passa a entrar e sair pela boca e não pelo nariz) aos poucos vão trazendo alterações para os ossos maxilares, para as arcadas dentárias e para o posicionamento correto dos dentes. As principais alterações que vemos são o céu da boca alto e estreito, as mordidas cruzadas (quando os dentes de cima encaixam por dentro e os de baixo por fora) que podem ser uni ou bilaterais, as mordidas abertas (quando os dentes da frente não se tocam, ficando um espaço entre eles), os apinhamentos dentários (pela falta de espaço os dentes ficam amontoados) e as retrusões mandibulares (falta de crescimento da mandíbula, o osso onde ficam os dentes de baixo, deixando um espaço horizontal grande entre os dentes anteriores de cima e os de baixo). As causas principais do aparecimento da respiração bucal são as obstruções das vias aéreas superiores, e podem ser devido à: - Obstruções nasais por alergias (Rinites e Rinossinusites) - Hipertrofia de cornetos

 

- Desvio de septo - Adenóides aumentas - Amídalas aumentadas A respiração bucal, hoje, pelo conjunto de sinais e sintomas associados a ela, é conhecida como a Síndrome do Respirador Bucal. O respirador bucal além das características descritas acima ainda apresenta uma face característica, com: - Nariz estreito - Narinas afiladas - Lábio superior curto - Boca entreaberta - Olheiras acentuadas Também pode apresentar baixo rendimento escolar, ser irriquieto, sonolento, apresentar cansaço intenso com pouco exercício físico, Ronca e baba a noite e é um forte candidaqto a apresentar apnéia do sono, ainda na infância. É um problema sério, que envolve para o seu tratamento, vários profissionais. Em geral, o tratamento da respiração bucal envolve os médicos,principalmente o Otorrinolaringologista, que vai tratar as causas da obstrução nasal, o Ortodontista ou Ortopedista dos maxilares que vai atuar nas seqüelas bucais da respiração bucal, corrigindo os dentes e arcadas dentárias, bem como Fonoaudióloga e Fisioterapeuta. Como toda alteração que envolve o crescimento e desenvolvimento dos ossos maxilares e arcadas dentárias, o tratamento ortodôntico das seqüelas da respiração bucal deve ser o mais precoce possível, mesmo enquanto a criança ainda tem os dentes de leite, para que essas alterações não se perpetuem durante o crescimento da criança, tornando mais difícil seu tratamento no futuro.

 

A valorização do idoso na odontologia

Existem no Brasil hoje mais de 17 milhões de brasileiros na terceira idade, e com o aumento da expectativa de vida da nossa população, já comprovado estatisticamente, o número de pessoas nesta faixa etária tende a aumentar ainda mais. Segundo dados de entidades internacionais daqui a trinta anos dois terços dos atendimentos odontológicos realizados no mundo, estarão direcionados para a população acima de 65 anos . Estas pessoas estão em busca de uma melhor qualidade de vida em todos os sentidos, e a sua saúde bucal não seria uma exceção. Homens e mulheres idosos com uma boa saúde geral, estão cada vez mais participantes, das mais diversas atividades profissionais ou sociais. Daí vem a necessidade de se sentirem seguros com o seu sorriso, capacidade de mastigação e fala e o conforto da boca de uma forma geral. Uma especialidade Odontológica, denominada odontogeriatria ou odontogerontologia, tem se preocupado em valorizar o atendimento direcionado a este segmento da população. O dentista odontogeriatra deve ter consciência das alterações decorrentes da senescência (envelhecimento sem patologia); como perda de massa muscular, enfraquecimento do sistema imunológico, diminuição do estímulo da sede e declínio da aqüidade visual.

 

Deve também, saber lidar com situações patológicas como osteoporose, diabetes, artrites, hipertensão, doenças cardiovasculares e declínio da coordenação motora . É muito importante que o odontogeriatra esteja sempre atento aos relatos e sinais do seu paciente da 3ª idade e tenha um contato próximo com outros profissionais que cuidam do seu paciente em especial o geriatra ou clínico geral. Em casos de implantes dentários por exemplo, cita o Dr. Marcus, o diabete, osteoporose ou alterações cardiovasculares estariam entre fatores que contra-indicariam este procedimento em pacientes idosos. Além dos aspectos citados o Dr. Marcus Werneck ressalta que o consultório para atendimento direcionado à pacientes idosos deve contar com várias facilidades de acesso para o idoso debilitado e todos os equipamentos necessários a qualquer tipo de tratamento, seja ele uma simples profilaxia com ensino de técnicas de higienização adequadas, até os procedimentos mais complexos como tratamentos das gengivas, restaurações estéticas, próteses ou implantes. Deve ser ressaltado ainda, que tanto o profissional como suas auxiliares atuem de forma a humanizar ao máximo o atendimento clínico dos pacientes. Tentando com isso desmistificar traumas, trazidos muitas vezes por décadas, e que podem ser desfeitos com um bom diálogo e uma boa dose de carinho e atenção de todos que compõem a equipe de atendimento na clínica.

 

Aftas

 

 

As aftas são pequenas ulcerações dolorosas que aparecem na mucosa bucal. Apesar de se desconhecer a causa, parece que o carácter nervoso tem um papel no seu desenvolvimento; por exemplo, podem aparecer aftas na boca de um estudante durante um exame final. Uma afta é uma mancha esbranquiçada, redonda, com uma auréola vermelha. É comum que a ferida se forme no tecido mole, particularmente no interior do lábio ou da bochecha, sobre a língua ou no palato mole e, às vezes, na garganta. As aftas pequenas (com menos de 12 mm de diâmetro) costumam aparecer em grupos de duas ou de três; de modo geral, desaparecem ao fim de dez dias, sem tratamento, e não deixam cicatrizes. As aftas maiores são menos comuns, podem ser de forma irregular, necessitam de várias semanas para sarar e é frequente deixarem cicatrizes. Sintomas O sintoma principal das aftas é a dor, que habitualmente é mais intensa do que seria de esperar de algo tão pequeno: dura entre 4 e 10 dias e piora quando a língua roça a ferida ou se ingerem alimentos quentes ou picantes. Em casos graves pode aparecer febre, inflamação dos gânglios do pescoço e uma sensação geral de mal-estar. Muitas pessoas afectadas por aftas sofrem-nas de forma recidivante (uma ou mais vezes por ano). Diagnóstico e tratamento O médico, ou o dentista, identifica a afta pelo seu aspecto e pela dor que provoca. No entanto, as feridas causadas pelo vírus do herpes simples podem parecer-se com as aftas.

 

O tratamento consiste em aliviar a dor até que as feridas sarem de forma espontânea. Podem limpar-se com algodão impregnado num anestésico como a lidocaína viscosa, que também serve de colutório (bochecho). Durante alguns minutos, este anestésico alivia a dor e as queixas ao comer, embora possa diminuir o sentido do gosto. Para aliviar a dor também se pode aplicar uma camada de carboximetilcelulose (protecção dentária). Se o doente tem várias aftas, o médico, ou o dentista, pode prescrever um bochecho de tetraciclina. As pessoas com recidivas de aftas graves podem utilizar este bochecho quando aparecerem novas feridas. Outra opção é a cauterização com nitrato de prata, que destrói os nervos que se encontram por baixo da afta. Em alguns casos, o médico, ou o dentista, prescreve uma pomada de corticosteróide para aplicar directamente sobre as aftas graves e, para os casos agudos, pode prescrever-se um bochecho de dexametasona ou comprimidos de prednisona.

Aftas/estomatite aftosa recorrente

 

A palavra afta é, em geral, usada para denominar qualquer ferida dolorosa da mucosa, em especial da oral. As aftas verdadeiras, no entanto, são consideradas uma ou múltiplas áreas de perda de substância, com ulceração, em locais onde não houve traumatismo prévio, de localização na mucosa oral, dolorosas, de aparição rápido, bem demarcadas, inicialmente necróticas e não precedidas por vesículas ou bolhas, e que tenham com padrão recorrente. O melhor termo para definir a entidade recidivante da mucosa oral de etiologia múltipla é estomatite aftosa recorrente. Pelo conceito atual, outros processos que provocam úlceras na mucosa oral não devem ser denominados afta, como é o caso das úlceras por traumatismo, por alergia de contato, por medicamentos, e a da doença de Behçet, entre outras. 1. estomatite aftosa recorrente é muito comum: 10 a 30% da população 2. afeta qualquer idade 3. é ligeiramente mais freqüente no sexo feminino (57% : 52%). As mulheres, além de deterem a maior freqüência, quando apresentam a aftose recorrente, têm maior número de lesões do que os homens acometidos pela entidade 4. doença da classe média e alta, em especial de profissionais de bom nível cultural 5. pode ocorrer infecção bacteriana, o que retarda seu desaparecimento Quanto ao tratamento da afta, drogas cauterizantes, anti-sépticos, antibióticos, agentes protetores da mucosa oral, anestésicos tópicos, vitaminas, entre outras, têm sido utilizadas.

 

Algumas delas melhoram a dor por provocar destruição das terminações nervosas; entretanto, como produzem queimadura que leva a retardo na cicatrização, devem ser evitadas. Por isso nunca se deve prescrever agente cáustico, pois, apesar de aliviar a sintomatologia, retarda a involução da lesão. Algumas medicações são estritas para os casos mais graves, para melhorar o surto. Há algumas que apresentam efeitos colaterais. Para evitar recidivas, é primordial a suspensão de certos alimentos que podem provocar aftas. A prescrição é inicialmente mais voltada para a regressão da sintomatologia e depois para se evitar as repetições que, às vezes, são muito freqüentes. O tratamento é sempre precedido de uma valiação clinico laboratorial completa do paciente, e a prescrição é muito individualizada, dependendo das alterações encontradas. Os problemas gástricos, infecciosos, hormonais, psicológicos e nutricionais, entre outros, devem ser corrigidos logo no início, às vezes sendo o suficiente para regredir o quadro oral. A relação médico/paciente é primordial, em especial para a detecção de problemas psicológicos, que podem exacerbar o quadro. Se você é portador de aftas recorrentes, procure um especialista em Dermatologia Oral, ou um dermatologista geral na sua cidade, especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ele é o médico que melhor pode determinar qual a conduta terapêutica para o seu caso, já que, hoje em dia, há vários tratamentos eficazes para a afecção.

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